
III Congresso Internacional de História
Congresso Internacional de História - UNICENTRO - UEPG
Inscreva-se!Menu do eventoProgramação geral
PROGRAMAÇÃO
- III CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA |
ATIVIDADE: SARAU ÉTNICO-RACIAL
Data: 17/11/2017 -
Horário: 19h00
Local: Auditório Denise
Stoklos - campus Irati
Formato:
Atividade
que visa debater as questões étnico-raciais, vinculadas à Semana da Consciência
Negra. Será efetuada no formato de apresentação de poesias, música, dança e
discussão com o público sobre os temas vinculados à questão afro-brasileira.
Público Alvo: alunos da graduação e
pós-graduação, professores do ensino superior e educação básica, comunidade em
geral.
ATIVIDADE: RECEPÇÃO E
CREDENCIAMENTO DOS PARTICIPANTES
Data: 22/11/2017 -
Horário: 8h00 - 17h00
Local: Prédio Principal -
campus Irati
Formato:
recepção
e credenciamento dos participantes, com distribuição dos materiais do evento e
disseminação das informações necessárias para os visitantes de outras regiões.
Público
Alvo:
alunos da graduação e pós-graduação, professores do ensino superior e educação
básica, comunidade em geral.
ATIVIDADE: ABERTURA - Orquestra Sinfonia Brasil - Concertos com
Conversa
CONFERÊNCIA - PROF.
DRA. PAOLA VALDEMARIM - Tramitaciones de la migración en Patagonia Sur
Argentina: su estudio desde enfoques psicosociales. (Universidad Nacional
de la Patagonia Austral)
Data: 22/11/2017 -
Horário: 19h00
Local: Auditório Denise
Stoklos - campus Irati
Formato:
conferência
de abertura de professora estrangeira convidada para discutir sobre o tema
central do evento.
Público
Alvo:
alunos da graduação e pós-graduação, professores do ensino superior e educação
básica, comunidade em geral.
ATIVIDADE: SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
Data: 23/11/2017 -
Horário: 8h00 - 17h00
Local:
Salas
de Aula do Bloco E - (demais Blocos vizinhos) - campus Irati
Formato: Simpósios Temáticos
propostos e executados por professores doutores convidados, em parceria com
docentes da instituição sediadora do evento, para debaterem tema específico de
interesse dos professores coordenadores dos simpósios. Estas atividades serão
direcionadas à pós-graduandos e docentes pesquisadores, com mestrado e/ou doutorado.
Público
Alvo:
alunos da pós-graduação, professores do ensino superior.
ATIVIDADE: MESA REDONDA - Estudos étnicos-raciais. Dr. Danilo
Fonseca (UNICENTRO).
Data: 23/11/2017 -
Horário: 19h30
Local: Auditório Denise
Stoklos - campus Irati
Formato:
esta
Mesa Redonda possui a intensão de discutir, dentro do tema central do evento,
as especificidades da religiosidade e política na África.
Público
Alvo:
alunos da graduação e pós-graduação, professores do ensino superior e educação
básica, comunidade em geral.
ATIVIDADE: SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
Data: 24/11/2017 -
Horário: 8h00 - 12h00
Local:
Salas de Aula do Bloco E - (demais Blocos
vizinhos) - campus Irati
Formato:
Continuidade
dos debates nos Simpósios Temáticos propostos e executados por professores
doutores convidados, em parceria com docentes da instituição sediadora do
evento, para debaterem tema específico de interesse dos professores
coordenadores dos simpósios. Estas atividades serão direcionadas à
pós-graduandos e docentes pesquisadores, com mestrado e/ou doutorado.
Público
Alvo:
alunos da pós-graduação, professores do ensino superior.
ATIVIDADE: COMUNICAÇÕES LIVRES
Data: 24/11/2017 -
Horário: 13h30 - 17h30
Local:
Salas
de Aula do Bloco E - (demais Blocos vizinhos) - campus Irati
Formato: Seção de Comunicações
Livres focada nos discentes de graduação que estão desenvolvendo suas pesquisas
de Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de Curso. Estes discentes
estabeleceram a demanda de debater suas pesquisas com outros discentes em um
formato diferente dos painéis, comumente empregados. Estas seções contarão com
as participações intensas dos alunos da pós-graduação na coordenação dos
debates, promovendo assim a maior integração dos níveis da graduação com a
pós-graduação.
Público
Alvo:
alunos da graduação e pós-graduação, professores da educação básica, comunidade
em geral.
ATIVIDADE: MINICURSOS
Data: 24/11/2017 -
Horário: 19h00 - 22h30
Local:
Salas
de Aula do Bloco E - (demais Blocos vizinhos) - campus Irati
Formato: Seção de Mini Cursos,
apresentados por alunos da pós-graduação e professores, com a intenção de
disseminar de forma mais aprofundada o tema específico que vêm desenvolvendo em
suas pesquisas.
Público
Alvo:
alunos da graduação e pós-graduação, professores do ensino superior e educação
básica, comunidade em geral.
Obs: Além das atividades
indicadas, também, se realizarão atividades paralelas com a exibição de
documentários e apresentações curtas de expressões artísticas, nos intervalos
da manha e tarde.
QUADRO DA PROGRAMAÇÃO GERAL |
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17/11/17 |
22/11/17 |
23/11/17 |
24/11/17 |
MANHÃ |
-------- |
Recepção |
Simpósios Temáticos |
Simpósios Temáticos |
TARDE |
-------- |
Recepção |
Simpósios Temáticos |
Comunicações Livres (Graduação) |
NOITE |
SARAU Étnico Racial |
Orequestra Sinfônica
e Conferência Palestrante
Estrangeiro |
MESA REDONDA Estudos étnicos-raciais |
Minicursos (Alunos da
Pós-graduação) |
Datas importantes
Acompanhe as datas importante do evento:
Inscrições Abertas
25/09/2017 a 03/10/2017 |
Inscrição de propostas de Simpósios Temáticos e Minicursos. |
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06/10/2017 |
Divulgação
do resultado das avaliações das propostas de Simpósios Temáticos e Minicursos. |
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06/10/2017 a 16/11/2017 |
Inscrição
para apresentação em Simpósio Temático e Comunicações Livres. |
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19/11/2017 |
Avaliação
das propostas de participação nos Simpósios Temáticos e Comunicações Livres. |
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19/11/2017 |
Divulgação
dos Trabalhos selecionados. |
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29/11/2017 |
Prazo
para envio do Trabalho Completo. |
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21/11/2017 |
Inscrição
como Ouvinte (32 hrs). |
Simpósios temáticos
Simpósios Temáticos (ST): Inscrições de 25/09/2017 a 30/09/2017
A proposta de Simpósio Temático deverá ser elaborada por até dois coordenadores, preferencialmente vinculados a instituições diferentes. Caberá ao(s) coordenador(es) avaliar e selecionar as comunicações inscritas no respectivo ST, observando os critérios
e normas definidas para o evento.
Serão aceitos no máximo 28 trabalhos por cada ST, para que se possa garantir o
tempo mínimo de 20 minutos para cada apresentação.
Condições para a inscrição de propostas de STs:
Os proponentes de STs deverão:
- Ter titulação de doutor;
- Pagar a taxa de inscrição de R$
60,00.
1. título (caixa alta e negrito);
2. resumo (Deverá conter entre
200 a 400 palavras);
3. nome(s) do(s) coordenador(es);
4. titulação e vínculo
institucional do(s) coordenador(es);
5. endereço, telefone e e-mail
para contato;
Observação: Em caso de dois proponentes, cada um deve fazer a inscrição individualmente.
1. avaliar e selecionar os trabalhos inscritos que demonstrarem mérito acadêmico (consistência, relevância e clareza) e distribuir os que forem aprovados durante os dias e horários disponíveis para as sessões;
2. organizar as sessões de modo a assegurar a diversidade de vínculo institucional e de titulação dos participantes;
3. coordenar as atividades durante todo o Simpósio.
Baixar o modelo de Proposta do Simpósio
Baixar modelo de proposta do simpósio
Minicursos
MINICURSO
O minicurso é um espaço de aprofundamento das discussões de uma determinada área de interesse, de modo a permitir avanços teóricos e práticos.
Para realizar a inscrição:
No ato da realização da inscrição no evento, o candidato poderá optar pela participação em um minicurso, escolhendo 3 (três) opções por ordem de interesse, entre as opções listadas na página do evento. Caso a 1ª opção seja cancelada por não ter atingido mínimo de participantes exigido, a inscrição será realocada no minicurso de sua 2ª opção, assim sucessivamente.
Informações complementares:
· O minicurso terá duração de 4 horas-aula e será ofertado no dia 31 de agosto de 2017, no período da manhã, conforme programação;
· O número de participantes inscritos: mínimo 6 e máximo de 30;
· O inscrito poderá se inscrever em apenas 1 minicurso.
NORMAS PARA PROPOSIÇÃO DE MINICURSO
O minicurso tem como público alvo alunos da graduação, pós-graduação e professores da Educação Básica. O propósito principal do minicurso é o aprofundamento das discussões de uma área específica, de modo a permitir avanços teóricos e práticos.
A proposta de Minicurso deve conter:
1. título (caixa alta e negrito);
2. resumo:
O resumo deve conter: entre 300 a 600 palavras, constituído por: ementa, objetivos, metodologia do curso e bibliografia;
3. nome(s) do(s) autor(es) - (máximo 02);
4. titulação e vínculo institucional do(s) proponente(s);
5. endereço, telefone e e-mail para contato.
Observação: Caso o Minicurso seja cancelado, em razão de não atingir o número mínimo de seis participantes, o proponente poderá usar o valor pago na inscrição como Ouvinte. É importante esclarecer que não haverá devolução do valor de inscrição.
Informações complementares:
· O minicurso terá duração de 4 horas-aula e deverá ser ofertado no dia 31 de agosto de 2017, no período da manhã;
· O número de participantes inscritos: mínimo 6 e máximo de 30;
· A avaliação das propostas de minicursos submetidos será realizada pela Comissão Científica, que analisará o mérito de cada proposta;
· Cada minicurso poderá ser ministrado até dois docentes, desde que os dois realizem a inscrição individualmente;
· A titulação mínima para oferta de minicurso é de mestrado. No entanto, o proponente precisa demonstrar experiência de atuação na área;
Apresentação - CL
NORMAS
PARA COMUNICAÇÃO LIVRE (Graduandos)
Enquadram-se nesta modalidade: propostas de pesquisas em fase inicial, bem como resultados parciais ou finais de pesquisa relacionadas à Iniciação Científica, Trabalhos de Conclusão de Curso, Grupos de pesquisa, PIBID. Todos(as) os(as) graduandos(as) podem se inscrever nesta modalidade de trabalho, respeitando o limite de dois autores(as) por trabalho.
A proposta de Comunicação Livre deve consistir em um Resumo Expandido, de acordo com as seguintes regras:
1. título (caixa alta e negrito);
2. (s) autor(es) – máximo de dois autores(as) e nome do Orientador(a);
3. vínculo institucional do(s) autor(es);
4. endereço, telefone e e-mail para contato.
5. o resumo expandido deve possuir limite mínimo de 3 e máximo de 4 páginas, incluindo Introdução, Desenvolvimento (que pode contar com outra nomenclatura, em um único ou tópico ou mais de um), Considerações Finais e Referências. Informar ao final do resumo a agência de fomento, quando houver. Além disso, três palavras-chave;
6. arquivos salvos em “doc”, digitados no padrão Microsoft Office Word.
7. margens: superior 3 cm, inferior 2 cm, , esquerda 3 cm e direita 2 cm.
8. fonte Times New Roman, 12, espaçamento 1,5 cm e justificado.
9. imagens salvas no padrão JPG. Importante a indicação da fonte e descrição da imagem.
10. textos não devem conter tabulação, colunas ou separação de sílabas hifenizadas.
11. páginas numeradas (margem superior direita).
12. citações de até três linhas devem seguir no corpo do texto entre aspas (Fonte Times New Roman, 12, espaçamento 1,5 cm). Exemplo de referência: (ALMEIDA, 2000, p. 30-31).
13. citações maiores de três linhas devem vir em bloco: Times New Roman, tamanho 10 com recuo esquerdo de 4 cm. Referência da seguinte maneira: (ALMEIDA, 2000, p. 30-31).
14. as referências bibliográficas devem ser alocadas no final do texto seguindo as normas estabelecidas pela ABNT, em ordem alfabética.
15. não serão aceitos textos enviados com os prazos encerrados.
Demais normas:
•
O texto deve conter
necessariamente, ainda que com outras nomenclaturas: objetivos, procedimentos metodológicos e resultados obtidos,
mesmo que parciais.
•
Cada inscrito poderá
apresentar apenas 1 (um) trabalho na modalidade Comunicação Livre.
•
O dia, local e horário
de apresentação serão divulgados no site do evento.
•
O(a) apresentador(a) deverá comparecer ao local e
horário divulgado, (15) quinze minutos antes de sua apresentação para efetuar a
configuração da apresentação de Data-Show, caso opte por utilizar recurso
multimídia.
•
O tempo previsto para
a apresentação da Comunicação Livre é entre 10 e 15 minutos por trabalho.
•
No dia da
apresentação, uma equipe, composta por um professor(a) e um(a)
pós-graduando(a), fará o acompanhamento das
apresentações.
•
Somente receberão certificado geral de participação do evento
aqueles que atenderam à condição de 75% de presença no evento. A certificação
será gerada automaticamente por sistema eletrônico.
•
Não haverá devolução
do valor de inscrição, caso o trabalho não seja aceito. O inscrito poderá usar
o valor pago na inscrição como Ouvinte.
Apresentação - STs
NORMAS PARA APRESENTAÇÃO EM SEMINÁRIOS TEMÁTICOS (Graduados, Pós-Graduandos, Mestres, Doutores, Docentes)
Enquadram-se nesta modalidade: pesquisas em desenvolvimento ou conluídas em nível de pós-graduação, projetos de pesquisa ou extensão de docentes, pesquisas de graduados egressos, entre outras de natureza correlata. Todos(as) os(as) graduados(as) podem se inscrever nesta modalidade de trabalho, respeitando o limite de dois autores(as) por trabalho.
A proposta de apresentação em Seminário Temático deve consistir em um Resumo, enviado até o dia 16/11, de acordo com as regras e, posteriormente, em caso de aceitação, em envio de Trabalho Completo até a data de 21/11.
Regras para Resumo:
1. título (caixa alta e negrito);
2. resumo - deve conter: entre 1000 e 2000 caracteres (incluindo espaços), constituído por apresentação da proposta, objetivo, metodologia e conclusões, em um único texto. Informar ao final do resumo a agência de fomento, quando houver. Além disso, três palavras-chave;
3. (s) autor(es) – máximo de dois autores(as) e nome do Orientador(a) (quando for o caso);
4. vínculo institucional do(s) autor(es);
5. endereço, telefone e e-mail para contato.
Regras para Trabalho Completo:
1. título (caixa alta e negrito);
2. resumo - deve conter: entre 1000 e 2000 caracteres (incluindo espaços), constituído por apresentação da proposta, objetivo, metodologia e conclusões, em um único texto. Informar ao final do resumo a agência de fomento, quando houver. Além disso, três palavras-chave;
3. (s) autor(es) – máximo de dois autores(as) e nome do Orientador(a) (quando for o caso);
4. vínculo institucional do(s) autor(es);
5. endereço, telefone e e-mail para contato.
6. o trabalho completo deve possuir limite mínimo de 8 e máximo de 15 páginas.
7. arquivos salvos em “doc”, digitados no padrão Microsoft Office Word.
8. margens: superior 3 cm, inferior 2 cm, , esquerda 3 cm e direita 2 cm.
9. fonte Times New Roman, 12, espaçamento 1,5 cm e justificado.
10. imagens salvas no padrão JPG. Importante a indicação da fonte e descrição da imagem.
11. textos não devem conter tabulação, colunas ou separação de sílabas hifenizadas.
12. páginas numeradas (margem superior direita).
13. citações de até três linhas devem seguir no corpo do texto entre aspas (Fonte Times New Roman, 12, espaçamento 1,5 cm). Exemplo de referência: (ALMEIDA, 2000, p. 30-31).
14. citações maiores de três linhas devem vir em bloco: Times New Roman, tamanho 10 com recuo esquerdo de 4 cm. Referência da seguinte maneira: (ALMEIDA, 2000, p. 30-31).
15. as referências bibliográficas devem ser alocadas no final do texto seguindo as normas estabelecidas pela ABNT, em ordem alfabética.
16. não serão aceitos textos enviados com os prazos encerrados.
Demais normas:
• O texto deve conter necessariamente: Resumo, Introdução, Títulos/Sub-títulos intermediários, Considerações Finais e Referências.
• Cada inscrito poderá apresentar apenas 1 (um) trabalho na modalidade Apresentador em Seminário Temático.
• O dia, local e horário de apresentação serão divulgados no site do evento.
• O(a) apresentador(a) deverá comparecer ao local e horário divulgado, (15) quinze minutos antes de sua apresentação para efetuar a configuração da apresentação de Data-Show, caso opte por utilizar recurso multimídia.
• O tempo previsto para a apresentação da Comunicação Livre é entre 10 e 15 minutos por trabalho.
• No dia da apresentação, uma equipe, composta pelo(s) Professor(a)/Professores Doutor(a)/Doutores responsáveis pela organização do Seminário Temático, coordenará a atividade.
• Somente receberão certificado geral de participação do evento aqueles que atenderam à condição de 75% de presença no evento. A certificação será gerada automaticamente por sistema eletrônico.
• Não haverá devolução do valor de inscrição, caso o trabalho não seja aceito. O inscrito poderá usar o valor pago na inscrição como Ouvinte.
Comissão organizadora
Anderson Teixeira Renzcherchen
Barbara Luiza Cruz
Bruno Cezar Bio Augusto
Danilo
Ferreira da Fonseca
Eduardo Alexandre Santos de Oliveira
Filipe Arnaldo Cezarinho
Jayne Maria Witchemichen
Jeovane Camargo
Julio Cesar Braga
Leonardo Henrique Lopes Soczek
Lucas Kosinski
Nadia Maria Guariza
Oseias de Oliveira
Pedro Henrique Wasilewski Almeida
Rafael da Rocha Massuia
Vania Vaz
Comissão científica
A Unicentro
A Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO é uma das
mais jovens Universidades do Estado do Paraná, (criada pelo Artigo 57 do Ato
das Disposições Transitórias da Constituição do Estado do Paraná, de 5 de
outubro de 1989 e instalada em 1990, pela Lei nº 3.286). Ela surgiu da fusão de
duas Faculdades: a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guarapuava e a
Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Irati.
Instalada na região Central do Estado, a UNICENTRO conta com mais de cinquenta
municípios em sua região de abrangência, compreendendo uma população de mais de
1 milhão de habitantes, para os quais oferece, além das oportunidades de
formação superior, cursos de Graduação, Sequenciais e de Especialização, e uma
variada gama de serviços que propiciam maior desenvolvimento regional.
Graduação - 38 cursos de graduação divididos em 5 áreas de
conhecimento
Especialização - Cursos de especialização em diversas áreas
ofertados nos campi da universidade
Mestrado - 16 mestrados recomendados pela Capes
Doutorados - 5 cursos de doutorado
Cursos - Agrárias e Ambientais (Agronomia, Ciências Biológicas,
Engenharia Ambiental, Engenharia Florestal, Geografia / Guarapuava, Geografia /
Irati, Medicina Veterinária);
Cursos - Humanas, Letras e Artes (Arte, Filosofia, História /
Guarapuava, História / Irati, Jornalismo, Letras / Guarapuava, Letras / Irati,
Pedagogia / Guarapuava, Pedagogia / Irati, Publicidade e Propaganda);
Cursos - Saúde (Educação Física / Guarapuava, Educação Física /
Irati, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição,
Psicologia);
Cursos - Sociais Aplicadas (Administração / Guarapuava,
Administração / Irati, Ciências Contábeis / Guarapuava, Ciências Contábeis /
Irati, Ciências Econômicas, Secretariado Executivo, Serviço Social, Turismo).
Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu:
Agronomia, Bioenergia, Biologia Evolutiva, Ciências Farmacêuticas, Ciências
Veterinárias, Ensino de Ciências Naturais e Matemática, Geografia, Propriedade
Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação, Química, Ciências
Florestais, Desenvolvimento Comunitário, Educação, Engenharia Sanitária e
Ambiental, História, Administração, Educação, Letras.
Tour Unicentro
Cidade de Irati
Histórico
Irati é um município brasileiro do Estado do Paraná. Está situado a cerca de 150 km
da capital Curitiba, na região Centro-Sul do estado,
conforme dizem os habitantes, embora esteja oficialmente na região Sudeste do
Paraná, conforme as mesorregiões estabelecidas pelo IBGE.
A população é formada
pela mescla de diferentes etnias (especialmente poloneses e ucranianos, que buscam manter costumes e
tradições de seus ascendentes, o que torna a cidade bastante agradável).
Está em Irati a maior
imagem de Nossa Senhora das Graças do mundo, com
22 m de altura. Passam pelo município a BR-277, que corta todo o estado de leste a
oeste (do Porto de Paranaguá a Foz do Iguaçu, fronteira com o Paraguai), e a BR-153, que corta o Pais de norte a sul.
O atual prefeito é o
empresário Jorge Derbli, e seu vice, o farmacêutico Amilton Komnitski.
O município teve sua
origem na vila de "Covalzinho". Na década de 1890, quando os trilhos
da Estrada de Ferro São Paulo/Rio Grande do Sul passaram pela vila, foi ali
instalada uma estação ferroviária que recebeu o nome de "Iraty". Isso
fez a vila crescer e se tornar importante.
Posteriormente, o
nome Covalzinho acabou sendo lentamente esquecido, ficando a vila conhecida
apenas pelo nome da estação ferroviária. Em 15 de julho de1907, já elevada a
distrito, teve sua emancipação política decretada, desmembrando-se do município
de Imbituva. O movimento foi liderado pelo
Coronel Emílio
Baptista Gomes, que veio a se tornar o primeiro prefeito do município.
A população
estimada em 2016, segundo o IBGE, era de 60.070 habitantes.
Geografia
O município
localiza-se na região Sudeste do Estado do Paraná, a 156 Km de Curitiba. Paralelo 25º 27' 56" de latitude
Sul com intersecção com o meridiano50º 37' 51" de
longitude Oeste.
Situa-se na zona
fisiográfica de Irati, uma das onze em que o Paraná se divide, na sub-região
dos Pinhais do Segundo Planalto Paranaense.
O município de Irati
está localizado sobre a Bacia sedimentar do Paraná, tendo emprestado o
seu nome a uma de suas formações geológicas, a "Formação Irati", de idade Permiano Superior. A Formação Irati,
composta por siltitos, argilitos e folhelhos sílticos de cor cinza
clara a escura, folhelhos pirobetuminosos, localmente em alternância rítmica
com calcários creme silicificados e restritos níveis conglomeráticos, foi
depositada no que era na época, entre 250 e 270 milhões de anos, um golfo do antigo
super-continente Gondwana, aberto para Sudoeste para o
então Oceano Panthalassa.
Em 1908 o geólogo Israel Charles White, chefe da Comissão
de Estudos das Minas de Carvão de Pedra do Brasil, encontrou restos fósseis de um pequenoréptil em rochas permianas, por ele denominado, "Schisto
preto deIraty", próximo à estação ferroviária de Irati. Estes fósseis
foram descritos e catalogados por Mac Gregor, que os denominou de Mesosaurus brasiliensis e,
reconhecendo sua semelhança com um fóssil encontrado na África do Sul, propôs a equivalência geológica da
Formação Irati com a Formação Whitehill, da Bacia do Karoo, naquele país. Esta
descoberta tornou a Formação Irati e a Bacia do Paraná mundialmente famosas,
por ser uma das fortes evidências da então nascente teoria da deriva
continental[6] .
A topografia do município é ondulada e
acidentada. Possui solos acinzentados/vermelhos ao Norte e castanhos ao Sul. Os
tipos predominantes de solo são os solos podzólico vermelho-amarelo,
terras brunas, cambissolo e litólico.
Possui a Serra da
Esperança, onde se localiza o Cerro da Nhá Cota, com 1.024 m de altitude, e o
Morro da Ordenança, com 950 m.
Turismo
- Romaria e Via Sacra no Distrito de Itapará (quaresma)
- Teatro da Paixão de Cristo (quaresma);
- Aniversário do Município (julho);
- Rodeio de Irati (julho);
- Maior imagem de Nossa Senhora das Graças do mundo
- Festa de São Cristóvão (julho);
- Festa do Pêssego (dezembro);
- Borrego no Rolete (dezembro);
- Feira Regional de Sabores (dezembro);
- Salão de Negócios (dezembro).
Economia
A economia iratiense
é composta por:
- Comércio e Serviços: 57,89%;
- Indústria:
26,18%;
- Agropecuária:
15,93%.
(fonte: Mineropar/2000)
Os principais
produtos agrosilvopastoris são:
- milho (safra normal e safrinha);
- feijão das
águas;
- soja;
- fumo;
- madeira em tora;
- criações de aves de corte, suínos e bovinos.
Fonte: http://irati.pr.gov.br/pagina/78_Historico.html
Onde se hospedar
Hotel Sollievo
Endereço : R. Benjamin Constant, 465, Irati - PR, 84500-000
Telefone: (42) 3422-1707
Hotel Monte Libano
Endereço: Av. José Galicioli, 1205 - Alto da Glória, Irati - PR, 84500-000
Telefone: (42) 3422-1177
Hotel Colonial
Endereço: Rua Dona Noca, Irati - PR, 84500-000
Telefone: (42) 3423-1144
Hotel Abib
Endereço: R. Dr. João Cândido Ferreira, 776, Irati – PR
Telefone: (42) 3422-2500
Individual - R$ 110,00 a diária
Duplo - R$ 165,00
Hotel Luiz XV
Endereço: R. Quinze de Novembro, 28 - Centro, Irati - PR
Telefone: (42) 3422-4048
Hotel Astoria
Rua 15 Julho, 18 Centro - Irati
Telefone: (42) 3422-1011 - Convênio - Quarto duplo 45,00 (com inscrição do Evento)
Hotel Luz
Rua 15 Julho, 522 Centro - Irati - PR
Telefone: (42) 3422-1015
ENSALAMENTO
ANAIS do evento
Prazos de inscrições
Categoria | Modalidade | Prazo de inscrição | Preço * |
---|---|---|---|
Apresentador(a) | Comunicações Livres | 24/11/2017 23:59:00 | R$30,00 |
Apresentador(a) | Simpósios Temáticos | 24/11/2017 23:59:00 | R$60,00 |
Conferencista | Conferência | 25/11/2017 00:00:00 | - |
Coordenador(a) | Comunicações Livres | 25/11/2017 00:00:00 | - |
Debatedor(a) | Conferência | 25/11/2017 00:00:00 | - |
Debatedor(a) | Palestra (Mesa Redonda) | 25/11/2017 00:00:00 | - |
Debatedor(a) | Simpósios Temáticos | 25/11/2017 00:00:00 | - |
Integrante | Comissão Organizadora | 25/11/2017 00:00:00 | - |
Ouvinte | Conferência | 21/11/2017 23:59:00 | R$60,00 |
Palestrante | Palestra (Mesa Redonda) | 25/11/2017 00:00:00 | - |
Participante Ouvinte | Minicursos | 23/11/2017 23:59:00 | R$60,00 |
Proponente | Minicursos | 23/11/2017 23:59:00 | R$60,00 |
Proponente | Simpósios Temáticos | 23/11/2017 23:59:00 | R$80,00 |
* O preço de inscrição pode variar com inscrição em atividades.
Palestras
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Conferência de Abertura | ||||||||||||
DescriçãoConferência de abertura de professora estrangeira convidada para discutir o tema central do evento. "Tramitaciones de la migración en Patagonia Sur Argentina: su estudio desde enfoques psicosociales" Prof. Dra. Paola Valdemarim (Universidad Nacional de la Patagonia Austral). Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus Irati - Prédio Central Datas e horários
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Minicursos
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MINI CURSO ASPECTOS DA HISTÓRIA DO PARANÁ | ||||||||||||
DescriçãoEstado do Paraná tonou-se politicamente independente de São Paulo em meados do século XIX, mais precisamente em 19 de dezembro de 1853. Durante o período imperial e nas primeiras décadas do período republicano o Estado não fazia parte da região do país dominada pela economia cafeeira. Essa situação, entre outras, contribuiu para que o Estado não possuísse grande densidade demográfica. Não podemos deixar de ressaltar que as autoridades imperiais e republicanas não levavam em consideração, na maior parte das vezes, a população autóctone. Diante desse quadro, a preocupação com a ocupação do território foi uma constante durante boa parte do século XIX, sobretudo na segunda metade, e início do século XX. Dentro desse contexto a imigração europeia, principalmente, foi um importante fator para a elevação da densidade demográfica no Paraná. Esses são, justamente, os eixos do livro “Paraná: Ocupação do território, população e migrações” de Sergio Odilon Nadalin, escrito especialmente como subsídio para estudantes secundaristas e acadêmicos, professores dos Ensinos Fundamental e Médio e pesquisadores. Se não representa a “visão” historiográfica de seu autor, com certeza apresenta-se como importante material de apoio para o estudo da História do Paraná ausente da maioria dos livros didáticos na rede pública de Educação. Coordenadores LOURENÇO RESENDE DA COSTA JOSÉ JUNIO DA SILVA LUCIMARA KOSS Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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MINI CURSO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, IMPRENSA E MARXISMO | ||||||||||||
DescriçãoHISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, IMPRENSA E MARXISMO Nas últimas décadas, os estudos no âmbito da história da educação pela imprensa vêm crescendo consideravelmente, sendo os jornais, revistas e folhetins empregados tanto como objetos de investigação, quanto fontes documentais primárias e secundárias, o que possibilitou novos olhares teórico-metodológicos para este material de pesquisa. Segundo, Schelbauer e Araújo (2007) não são somente os impressos educacionais ou pedagógicos que vêm sendo utilizados como fontes e objetos, mas também jornais que não possuem especificamente um cunho educacional, o que implica em “[...] ampliar os horizontes para além da educação escolar”. A fim de promover uma reflexão epistemológica, o minicurso propõe verificar as contribuições do materialismo histórico dialético nos estudos relacionados à história da educação e que possuem como fonte primária a imprensa. Por meio da análise de alguns impressos, produções acadêmicas stricto sensu, que empregam esse método, e dos pressupostos marxistas, inferimos que este espaço de discussão é uma oportunidade de divulgação e fortalecimento da pesquisa histórico-educacional por este viés teórico. Coordenadoras Profa. CARLA MICHELE RAMOS TORRES Profa. CLAUDIA MARIA PETCHAK ZANLORENZI Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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MINI CURSO HISTÓRIA E MÚSICA: “QUE PAÍS É ESTE?” | ||||||||||||
DescriçãoO minicurso propõe refletir sobre História e música no Brasil a partir de composições do período entre 1930 e 2001. Esse recorte temporal pautou-se por abordar aspectos emocionais/sentimentais, características regionais, políticas e questões sociais em contextos rurais e urbanos. Analisaremos esses documentos (letras), compreendendo sua diversidade e espacialidade no momento de produção e também a difusão de determinadas canções. Para tanto, consideramos a repercussão e aceitação do público em diferentes cenas e cenários, e de seu impacto alcançando também gerações posteriores. Propusemos a música por seu amplo alcance cultural em distintas comunidades e grupos sociais. Assim, a música como fonte de pesquisa e reflexão histórica acadêmica ou como recurso didático no ensino fundamental e médio, possibilita explorar temporalidades e espaços diversos. O debate em questão dialoga com a História Social e Cultural contemplando canções que vão do poeta e cantor carioca Noel Rosa à banda brasiliense Legião Urbana. Do som agudo das modas de viola caipira de raiz à Tropicália. Dos clássicos programas de auditório nas rádios ao som revoltado das ruas captados pelo Rap, Hip-Hop e Punk. Desse modo, sugerimos um ambiente democrático de gêneros e linguagens musicais no âmbito de suas contribuições para a identidade e a diversidade da cultura brasileira. Coordenadores VANIA VAZ ANDERSON TEIXEIRA RENZCHERCHEN Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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MINI CURSO O CASO DA SANTA ALBERTINA: CRIME, GÊNERO E SABERES POPULARES (IRATI/PR: 1918-2017) | ||||||||||||
DescriçãoEste minicurso tem como objetivo apresentar diferentes abordagens sobre o crime da mulher queimada, como é conhecido popularmente na cidade de Irati/PR. Trata-se de um crime ocorrido na madrugada de 26 de agosto de 1918, na Vila de Iraty, onde a vítima Albertina, teria sido assassinada em sua própria casa, depois incendiada juntamente com o seu corpo. As acusações dos populares e da imprensa curitibana e paulistana recaíram imediatamente sobre seu marido professor Arcílio, que foi absolvido posteriormente pelo Poder Judiciário. Com o passar do tempo, as acusações sobre Arcílio permaneceram, sendo transmitidas de geração em geração, desconsiderando a sentença jurídica. Para o estudo do caso, utilizamos das seguintes fontes: o processo criminal, jornais da época e entrevistas coletadas a partir da metodologia da História Oral. Para a análise do discurso jurídico e dos saberes populares, nos reportamos, principalmente, as considerações teóricas de Michel Foucault, especificamente em “A Verdade e as Formas Jurídicas” e “A Ordem do Discurso”; no que se refere às relações de gênero, seguimos os pressupostos indicados pela historiadora Joan Scott, na sua obra “Gênero: uma categoria útil de análise histórica”. No primeiro momento, será apresentado uma reflexão sobre o emprego dos documentos judiciais para a escrita da História, explorando as potencialidades e os limites dessas fontes. No segundo momento, será discutido o discurso jurídico do crime em questão. No terceiro momento, serão expostas as noções de virilidade, honra e liberdade, perceptíveis no cotidiano de Arcílio na Vila de Iraty. Por fim, serão analisados os saberes populares construídos em torno do caso e da figura de Santa Albertina. Coordenadores: LEONARDO HENRIQUE LOPES SOCZEK LUCAS KOSINSKI FILIPE ARNALDO CEZARINHO HELIO SOCHODOLAK Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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MINI CURSO O MOVIMENTO SERTANEJO DO CONTESTADO: HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E FONTES | ||||||||||||
DescriçãoO minicurso tem por objetivo promover a análise histórica e historiográfica do Movimento Sertanejo do Contestado (1912-1916) perpassando os principais aspectos que motivaram a deflagração do conflito, bem como o tratamento dado pelas obras que o problematizaram, desde a década de 1910 até os dias atuais. Nesse sentido, através de sua bibliografia, demonstrar-se-á as lacunas ainda existentes buscando promover o interesse por novas pesquisas no tema, apresentando sugestões de fontes e arquivos. A execução do minicurso ocorrerá em três etapas. Primeiramente, abordar-se-á o contexto histórico do conflito sob a ótica das recentes pesquisas desenvolvidas, especialmente por aquelas influenciadas pela obra de Paulo Pinheiro Machado, Lideranças do Contestado, procurando dimensionar a predominante visão acadêmica atual, fortemente atrelada a história social. Em seguida, apresentar-se-á o estado da arte, dimensionando o caminho reflexivo desenvolvido nos últimos 100 anos de produção escrita do tema. Por fim, será apresentado indicação dos principais arquivos que contêm documentos sobre o assunto, apontando as principais fontes já utilizadas pela historiografia e outras ainda pouco discutidas que podem fomentar frutíferas pesquisas, contribuindo para o aprimoramento interpretativo do Contestado, o qual já demonstrou ser importante para compreensão de aspectos históricos tanto nacionais quanto internacionais, tendo seus efeitos ainda sentidos na atualidade. Coordenador ELOI GIOVANE MUCHALOVSKI Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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Mini Cursos | ||||||||||||
DescriçãoSeção de Mini Cursos, apresentados por alunos da pós-graduação e professores, com a intenção de disseminar de forma mais aprofundada o tema específico que vêm desenvolvendo em suas pesquisas. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus Irati - Câmpus Irati Datas e horários
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Workshops
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Sarau Étnico Racial | ||||||||||||
DescriçãoAtividade que visa debater as questões étnico raciais, vinculados à Semana da Consciência Negra. Será efetuada no formato de apresentação de poesias, música, dança e discussão com o público sobre os temas vinculados à questão afro-brasileira. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus Irati - Prédio Central Datas e horários
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Simpósios
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ST 01 - ENSINO DE HISTÓRIA NO SÉCULO XXI: ESPAÇOS E TEMPORALIDADES | ||||||||||||
DescriçãoNa atualidade, o ensino de história constitui-se um campo fértil de investigação, sendo objeto de pesquisa orientada e sistematizada sob diferentes perspectivas teórico-metodológicas. O Simpósio Temático cria um espaço para o diálogo e o debate em torno da pesquisa em ensino de História, construída em diferentes espaços e temporalidades nas últimas décadas. Visa, portanto, agregar estudos realizados em diferentes âmbitos da educação, acerca da história do ensino de história; constituição dos saberes históricos escolares; políticas públicas educacionais na área da história; processos de ensino/aprendizagem em história; currículo de história para educação básica e superior; usos públicos da história; formação inicial e continua em história; consciência história no ensino de história; o livro didático de histórica; tecnologia no ensino de história, entre outras investigações. Nessa perspectiva, procura problematizar alguns eixos temáticos de pesquisa e caminhos teórico-metodológicos de investigação na área do ensino de História, constituídos em diferentes espaços e temporalidades, no século XXI. Coordenadores Angela Ribeiro Ferreira Universidade Estadual de Ponta-Grossa Geyso Dongley Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste Paulo Eduardo Dias Mello Universidade Estadual de Ponta-Grossa Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 02 - GÊNERO E HISTÓRIA: PESQUISAS, DESAFIOS E POSSIBILIDADE | ||||||||||||
DescriçãoNas últimas décadas a área dos estudos feministas tem se expandido consideravelmente seu escopo de atuação questionando a produção do conhecimento a partir da figura masculina, homogeneizante e, problematizando todas as formas universalizantes de interpretação do mundo. Da História das mulheres, para o emprego da categoria gênero e a emergência dos estudos queer, o que se percebe é a produção de várias pesquisas nas ciências humanas, em geral, e em História em especial sobre as várias experiências no passado em torno dos papéis de gênero. Os estudos de gênero abrigam produções que tratam temas amplos como as representações de gênero, a sexualidade, os padrões normativos, a generificação dos discursos, a feminilidade, a masculinidade, as vivências construídas fora da matriz heterossexual entre outras temáticas. Neste sentido, as pesquisas históricas que adotam a perspectiva de gênero têm colaborado para a própria redefinição do campo historiográfico. Portanto, o presente simpósio propõe a discussão das produções recentes no campo da História que empreguem a ótica das relações de gênero em sua analise. Coordenadores Dr. Ismael Gonçalves Alves Universidade do Extremo Sul Catarinense iga@unesc.net Dra. Nadia Maria Guariza Universidade Estadual do Centro Oeste nadiamguariza@gmail.com Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 03 - O MUNDO CONTEMPORÂNEO E A RELEVÂNCIA DE MARX | ||||||||||||
DescriçãoCom a queda do muro de Berlim em 1989, um dos símbolos da bipolarização do mundo que marcou parte expressiva do século XX e o colapso do socialismo soviético nos primeiros anos da década seguinte, a obra dos pensadores alemães Karl Marx e Friedrich Engels, assim como a de seus continuadores, foi apressadamente declarada ineficaz para a compreensão de um mundo pós-industrial e pós-ideológico. Ainda que o interesse na obra de Marx tenha conseguido se manter no período posterior, não só junto a partidos e movimentos sociais, mas também em meios intelectuais e acadêmicos, é inegável que o sofreu uma diminuição relativa. Entretanto, o advento da crise econômica mundial de 2008 teve como um de seus desdobramentos, para além de suas consequências catastróficas mais imediatas, a retomada do interesse do público mais amplo na teoria social elaborada por Marx. O sistema mundial do capital expunha, mais uma vez, seus limites objetivos, afetando diretamente a vida de bilhões, desvelando, também, os limites dos ideólogos do status quo, aqueles mesmos que tão apressadamente haviam condenado o marxismo à irrelevância. Dada a insuficiência da intelligentsia burguesa para compreender os nexos fundamentais que constituem a sociabilidade contemporânea, o interesse no marxismo retoma com força considerável. É nesse contexto, de retomada da inestimável contribuição teórica proposta por Marx e seus continuadores, que o debate coletivo sobre os limites da ordem do capital se coloca não só como necessário, mas como tarefa urgente, dado o risco cada vez mais concretos de que a catástrofe humana que vem se construindo a partir da busca incessante por acumulação de capital se converta em uma catástrofe de dimensão planetária, cujas consequências poderiam, até mesmo, implicar na interdição à continuidade da vida em nosso planeta. Nesse sentido, no ano que marca 150 anos da publicação do Livro 1 da opera magna de Marx e dez décadas da Revolução Russa, acreditamos que o resgate da tradição teórica marx-engelsiana se faz mais necessário que nunca e convidamos eventuais interessados(as) em adensar coletivamente o debate que perpassa uma multiplicidade e riqueza de temas, problemas e áreas do conhecimento, não restritos ao tempo presente, mas também abertos à necessária retomada de temas e questões pertinentes para a compreensão do desenvolvimento do processo histórico, assim como da acumulação teórica que perpassa o campo do marxismo ao longo do tempo. Coordenadores Prof. Dr. Rafael Massuia (Dehis/I – Unicentro) Prof. Dr. Daniel Vieira da Silva (Deped/I – Unicentro) Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 04 - O CENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO RUSSA: HISTÓRIA, TEORIAS E DEBATES | ||||||||||||
DescriçãoO breve século XX, como dizia o grande historiador marxista Eric Hobsbawm, foi marcado por grandes guerras e revoluções. Dentre essas últimas, a Revolução Russa certamente conta com protagonismo inigualável. A Revolução de Outubro de 1917 colocou o proletariado mundial como o protagonista da História Contemporânea, pois afirmou a classe trabalhadora como sujeito efetivo do processo histórico. A fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi, sem dúvida, o grande marco histórico-cultural da contemporaneidade. A classe trabalhadora mundial muito beneficiou-se da força política da Revolução, sobretudo nas garantias de direitos trabalhistas e condições de trabalho mais dignas. Do ponto de vista teórico, ela foi o grande prova fática de que a revolução proletária mundial teorizada por Marx quase um século antes não é mera utopia, como muitos afirmam, mas uma possibilidade material assentada numa teoria fundamentada na compreensão dialética do processo histórico. Assim, pensamos que o centenário da Revolução Russa merece sim ser comemorado, pois os erros posteriores não tira-lhe o mérito de marco histórico da luta de classes proletária contra as mazelas do capital. Além disso, comprova a tese de Marx afirmada no Manifesto Comunista de que a união da classe trabalhadora em torno de um projeto de revolução comunista é o elemento essencial e único caminho viável à superação da forma burguesa de produção. Assim, convidamos alunos, pesquisadores e comunidade em geral para participar desta justa e singela homenagem ao evento histórico que marcou a primeira grande vitória da classe despossuída de alcance universal contra a opressão capitalista. Coordenadores Prof. Dr. Anderson Prado - IFPR-Irati (pradohistoria@yahoo.com.br) Prof. Dr. Jair Antunes - PPGH-Unicentro (jair1903@gmail.com) Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 05 - LÍNGUAS: POLÍTICAS, CRENÇAS E PRÁTICAS | ||||||||||||
DescriçãoO objetivo deste simpósio é reunir trabalhos que discutam o ensino e aprendizagem de línguas maternas, estrangeiras e de herança, em suas várias facetas: identidades, crenças e atitudes linguísticas. Também, busca discutir trabalhos na área de políticas linguísticas, políticas públicas para o ensino de línguas e práticas pedagógicas em contextos considerados multilinguísticos. Coordenadores Profa. Dra. Cibele Krause Lemke (DELET/I; PPGE; PPGL – UNICENTRO) Profa. Dra. Loremi Loregian-Penkal (DELET/I; PPGL – UNICENTRO) Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 06 – HISTÓRIA DA VIOLÊNCIA E PROCESSOS CRIMINAIS | ||||||||||||
DescriçãoRegra geral os estudos sobre a violência e sua história concluem que a violência física é eminentemente praticada por homens, muitas vezes (des)estimulados pela sociedade, religião e Estado. As mulheres “se matam ou se ferem pouco entre elas, e são mais atacadas com uma relativa moderação pelos homens que evitam, muitas vezes, concentrar-se em seu rosto, seu ventre e seus órgãos reprodutores.”As mulheres foram constantemente desencorajadas a portarem armas e a demonstrar, culturalmente, fique-se claro, uma suavidade e fragilidade específicas. Assim, “a cultura da violência é fundamentalmente masculina em nosso universo.” Muchembled, dialogando com Foucault e Elias, defende que a civilização e a disciplinarização da sociedade européia contribuiu para um declínio paulatino dos crimes de sangue. Da mesma forma, foram deixando de ser cada vez mais públicos para se tornarem domésticos, na medida em que o Estado reivindicava para si a legitimidade do exercício da violência. Da mesma forma ela também deixava cada vez mais de ser pública e sanguinária, para tornar-se reclusa no interior das instituições e simbólicas através do judiciário e do carcerário. Em complemento, defende-se que o declínio da brutalidade masculina, com uma gestão estatal e institucional da mesma, desenha uma curva descendente até o último terço do século XX, quando, finda a maior parte das guerras internacionais, ela volta a desenhar traços de ascensão na Europa. Diante dessas questões gerais, podemos nos perguntar: quais as particularidades das práticas de violência em diferentes espacialidades e contextos? Em que medida as municipalidades e o judiciário das comarcas agiram no sentido de centralizar e racionalizar ações violentas? Que estratégias e táticas os usuários praticam de forma a escapar do processo civilizador? São perguntas que a pesquisa com processos criminais nos instigam a fazer e caminhar na direção de compreendermos historicamente a violência. Coordenadores Professor Dr. Hélio Sochodolak (PPGH/DEHIS/UNICENTRO Irati/PR) Professor Dr. Ilton Cesar Martins (UNESPAR União da Vitória/PR) Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 07 - HISTÓRIA E ATUALIDADE DO PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO | ||||||||||||
DescriçãoO pensamento social brasileiro é um campo consolidado e em crescimento acadêmico, contando com grupos de pesquisa e disciplinas na graduação e na pós-graduação. Existe uma constante renovação da área, relendo e desconstruindo as interpretações de Brasil anteriores. Para o presente simpósio serão aceitas propostas de discussões sobre: a) a área de pesquisa do pensamento social brasileiro na atualidade; b) a história do pensamento social brasileiro; c) as relações entre o pensamento social brasileiro e áreas como história das ciências e história dos intelectuais; d) as relações com as ciências sociais; e) os objetos e a relação teórico-metodológica; f) as intersecções com as identidades, como gênero e raça/etnia; g) pensamento social brasileiro e subalternidade; h) abordagens a partir de outras disciplinas e áreas de pesquisa ou criação como a literatura e o cinema, ou os estudos literários (como na abordagem do gênero ensaio); i) as intersecções com outros contextos, como a América Latina, e em outros paradigmas, como o pós-colonialismo, o decolonial e as “epistemologias do Sul”; j) o ensino como disciplina na graduação e pós-graduação; k) o cânone da área (linhagens, escolas) e suas limitações; l) a recepção crítica; m) pensamento social brasileiro e literatura mundial; n) brasilianistas e pensamento social brasileiro; o) as perspectivas de pesquisa na área. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 08 – POVOS TRADICIONAIS: HISTÓRIA E CULTURA | ||||||||||||
DescriçãoA proposta deste Simpósio Temático consiste em congregar os estudos de pesquisadores envolvidos com as seguintes abordagens: conhecimento tradicional, territórios tradicionais, direito das populações tradicionais, relação com o meio ambiente, condições de especificidade e reprodução cultural, social e religiosa, políticas públicas para os povos tradicionais, exercício de práticas comunitárias e ancestrais, memória cultural, identidade racial e étnica relacionadas aos indígenas, quilombolas, agroextrativistas, seringueiros, quebradeiras de coco babaçu, caboclos, pescadores artesanais, caiçaras, geraizeiros, vazanteiros, pantaneiros, campeiros, comunidades de terreiro, fundos de pasto, faxinalenses, ribeirinhos e demais grupos culturalmente diferenciados e que se reconheçam como tal. Coordenadores Ancelmo Schörner - Universidade Estadual do Centro-Oeste e Nicolas Floriani - Universidade Estadual de Ponta-Grossa Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 09 – IDENTIDADE CULTURAL NA CONDIÇÃO PÓS-MODERNA | ||||||||||||
DescriçãoDescrição: Na condição pós-moderna, as representações que tomavam os indivíduos com identidades centradas e unificadas, movidos pelos ideais da racionalidade, da ciência, das utopias políticas e pelos padrões universais de valores éticos e morais impostos pela cultura entraram em crise. O surgimento de novos processos de produção e acumulação provocou a inauguração de um novo tipo de sociedade baseada no consumo, na disseminação das mídias, na informação e no conhecimento, afetando profundamente as relações entre indivíduos e instituições sociais. A imagem veiculada na sociedade pós-moderna promove uma padronização da “experiência comum do sensível” (Cf. Rancière). Por isso, na interpretação de Rancière, tal imagem midiática promove uma despolitização da imagem. Telenovelas, heróis do esporte (e de outros campos) e o marketing formam um sistema. A imagem do produto (mercadoria) sofre o processo de transmissão ao absorver o valor (da beleza, da performance). O consumidor além dos dois valores tradicionais (de uso e de troca) de forma inconsciente, também consome o valor de imagem. A mídia ao alçar um indivíduo ao status de ídolo cria o valor (de imagem). O marketing faz a incorporação (transmissão) desse valor à imagem do produto a ser consumido. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 10 - HISTÓRIA PÚBLICA | ||||||||||||
DescriçãoA História Pública é um campo ainda novo no Brasil, embora muito do que já é produzido pode ser considerado História Pública. A História Pública, com a emergência das mídias, tem difundido a história para audiências não acadêmicas atendendo assim a uma crescente demanda social por história. Abrange, portanto, uma gama de atividades realizadas por profissionais, tanto os do meio acadêmico, quanto os que atuam fora dos contextos acadêmicos mais especializados. A História Pública como uma área de estudo e ação pode ser pensada em diferentes instâncias que se intercruzam, em uma história feita para o público, com a ampliação das audiências; uma história feita com o público, de forma colaborativa em que a ideia de autoridade é compartilhada; e uma história feita pelo público, que incorpora as formas não institucionais de história e memória. A principal particularidade da História Pública está nos usos do conhecimento, assim como na ampliação do seu espaço de atuação e do seu público. Com ampla gama de práticas e configurações, a História Pública é marcada pela flexibilidade dos seus limites. Nesse ínterim, esse Simpósio está aberto para o recebimento de trabalhos que estabeleçam o diálogo entre os diferentes saberes, nos mais diversos espaços ─ local, regional, nacional ou mesmo global ─, tempos ─ do mundo antigo ao mundo contemporâneo ─, perspectivas ─ das trajetórias individuais a contextos sociais mais amplos ─ e objetos históricos. Portanto, podem ser submetidos trabalhos de diferentes temáticas, como: ensino de História, trajetórias intelectuais, papel do historiador; formação de professores, mídias (filmes, jornais, jogos eletrônicos, revistas, novelas, documentários, quadrinhos, etc.), oralidade e memória, patrimônio, políticas públicas, entre outros temas possíveis. Coordenadores: Fábio André Hahn – Universidade Estadual do Centro-Oeste/Universidade Estadual do Paraná Jorge Pagliarini Junior - Universidade Estadual do Paraná Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 11 - HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO | ||||||||||||
DescriçãoEm um momento político de incertezas e ameaças para a educação pública nacional, este Simpósio Temático pretende discutir a História da Educação, seus movimentos e relações com o contexto brasileiro em diferentes tempos e espaços. O ST História da Educação é uma proposição do Grupo de Estudos e Pesquisas "História, Sociedade e Educação" (HISTEDBRCampos Gerais), com o objetivo ampliar e compartilhar nossas discussões com pesquisadores da área. O HISTEDBR-Campos Gerais desenvolve estudos com foco nas instituições escolares, na educação dos negros, nos intelectuais e na imprensa. Buscamos analisar a Educação a partir dos movimentos de aproximação com o processo histórico do país, nos seus determinantes econômicos, sociais e políticos. Acreditamos que estudar a história da educação no Brasil se torna, hoje, um importante movimento de resistência e luta em defesa da educação pública. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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ST 12 - CULTURAS POLÍTICAS E FONTES NA HISTÓRIA | ||||||||||||
DescriçãoLocal de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus de Irati - Bloco K - DEGEO Datas e horários
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ST 12 Culturas, Políticas e Fontes na História | ||||||||||||
DescriçãoSimpósio Temático destinado à Temas sobre Culturas, Políticas e Fontes na História Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus Irati - Bloco J - Clínica de Fonoaudiologia Datas e horários
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Simpósios Temáticos | ||||||||||||
DescriçãoSimpósios Temáticos propostos e executados por professores doutores convidados, em parceria com docentes da instituição organizadora do evento, para debaterem tema específico de interesse dos professores coordenadores dos simpósios. Estas atividades serão direcionadas à pós-graduandos e docentes pesquisadores, com mestrado e/ou doutorado. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus Irati - Câmpus Irati Datas e horários
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Mesas-redondas
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Mesa Redonda: Religiosidades e Política em África | ||||||||||||
DescriçãoMesa redonda organizada com a intensão de discutir, dentro do tema central do evento, as especificidades da religiosidade e política na África. Composta por: Prof. Dr. Augusto Nascimento (UL); Prof. Dr. Marçal Paredes (PUC-RS) e Prof. Dr. Danilo Fonseca (UNICENTRO). Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus Irati - Prédio Central Datas e horários
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Mesa redonda: Qualidade de vida, cidades intermediárias e territórios (Neuquén - 1991-2001) | ||||||||||||
DescriçãoA presente atividade se propõe a estudar a qualidade de vida na cidade de Neuquén (Patagonia, Argentina) durante a década de 1990. Com esse propósito, estabelece-se um percurso que apresenta três momentos claramente diferenciados. No primeiro momento, descreveremos o contexto que funcionou como cenário do fenômeno que pretendemos explicar. Logo, realizaremos uma aproximação a ideia de qualidade de vida, sondando possíveis vias para medi-la com a informação dos censos de 1991 e 2001. Por último, apresentaremos os principais resultados que obtivemos no análises das desigualdades socio-espaciais que atravessaram a cidade durante o período selecionado. Em todo este percurso, e a fim de refletir no espaço os fenômenos que as fontes mostram, temos elaborado cartografias temáticas a partir da utilização de sistemas de informação geográfica. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Sala 23 - Bloco E - PPGF Datas e horários
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Outros
Título | ||||||||||||
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Comunicações Livres | ||||||||||||
DescriçãoSeção de Comunicações Livres focada nos discentes de graduação que estão desenvolvendo suas pesquisas de Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de Curso. Estes discentes estabeleceram a demanda de debater suas pesquisas com outros discentes em um formato diferente dos painéis, comumente empregados. Estas seções contarão com as participações intensas dos alunos da pós-graduação na coordenação dos debates, promovendo assim a maior integração dos níveis da graduação com a pós-graduação. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - Campus Irati - Câmpus Irati Datas e horários
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Organização do Congresso Internacional de História | ||||||||||||
DescriçãoAções de organização das atividades que envolvem a realização do III Congresso Internacional de História. Local de realizaçãoCâmpus de Irati - - Câmpus Irati Datas e horários
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Câmpus de Irati
CEP 84505-677
Irati, PR
Participante Simpósio Temático
Modelo para a apresentação do texto nos Simpósio Temáticos - Trabalho Completo.
Modelo de submissão
Baixe o arquivo modeloProposta de Minicurso
Proposta de Minicurso para o III Congresso Internacional de História.
Modelo de submissão
Baixe o arquivo modeloST 12 Culturas, Políticas e Fontes na H.
Simpósio Temático destinado à aglutinar as discussões sobre Culturas
Modelo de submissão
Baixe o arquivo modeloTrabalho Completo (STs)
Postagem dos trabalhos completos, apresentados nos Seminários Temáticos, para inclusão nos Anais do evento.
Modelo de submissão
Baixe o arquivo modeloST 01 - ENSINO DE HISTÓRIA NO SÉCULO XXI
Na atualidade, o ensino de história constitui-se um campo fértil de investigação, sendo objeto de pesquisa orientada e sistematizada sob diferentes perspectivas teórico-metodológicas. O Simpósio Temático cria um espaço para o diálogo e o debate em torno da pesquisa em ensino de História, construída em diferentes espaços e temporalidades nas últimas décadas. Visa, portanto, agregar estudos realizados em diferentes âmbitos da educação, acerca da história do ensino de história; constituição dos saberes históricos escolares; políticas públicas educacionais na área da história; processos de ensino/aprendizagem em história; currículo de história para educação básica e superior; usos públicos da história; formação inicial e continua em história; consciência história no ensino de história; o livro didático de histórica; tecnologia no ensino de história, entre outras investigações. Nessa perspectiva, procura problematizar alguns eixos temáticos de pesquisa e caminhos teórico-metodológicos de investigação na área do ensino de História, constituídos em diferentes espaços e temporalidades, no século XXI. Coordenadores Angela Ribeiro Ferreira Universidade Estadual de Ponta-Grossa Geyso Dongley Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste Paulo Eduardo Dias Mello Universidade Estadual de Ponta-Grossa
Modelo de submissão
Baixe o arquivo modeloST 11 - HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Em um momento político de incertezas e ameaças para a educação pública nacional, este Simpósio Temático pretende discutir a História da Educação, seus movimentos e relações com o contexto brasileiro em diferentes tempos e espaços. O ST História da Educação é uma proposição do Grupo de Estudos e Pesquisas "História, Sociedade e Educação" (HISTEDBRCampos Gerais), com o objetivo ampliar e compartilhar nossas discussões com pesquisadores da área. O HISTEDBR-Campos Gerais desenvolve estudos com foco nas instituições escolares, na educação dos negros, nos intelectuais e na imprensa. Buscamos analisar a Educação a partir dos movimentos de aproximação com o processo histórico do país, nos seus determinantes econômicos, sociais e políticos. Acreditamos que estudar a história da educação no Brasil se torna, hoje, um importante movimento de resistência e luta em defesa da educação pública.
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Baixe o arquivo modeloST 04 - O CENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO RUSSA
O breve século XX, como dizia o grande historiador marxista Eric Hobsbawm, foi marcado por grandes guerras e revoluções. Dentre essas últimas, a Revolução Russa certamente conta com protagonismo inigualável. A Revolução de Outubro de 1917 colocou o proletariado mundial como o protagonista da História Contemporânea, pois afirmou a classe trabalhadora como sujeito efetivo do processo histórico. A fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi, sem dúvida, o grande marco histórico-cultural da contemporaneidade. A classe trabalhadora mundial muito beneficiou-se da força política da Revolução, sobretudo nas garantias de direitos trabalhistas e condições de trabalho mais dignas. Do ponto de vista teórico, ela foi o grande prova fática de que a revolução proletária mundial teorizada por Marx quase um século antes não é mera utopia, como muitos afirmam, mas uma possibilidade material assentada numa teoria fundamentada na compreensão dialética do processo histórico. Assim, pensamos que o centenário da Revolução Russa merece sim ser comemorado, pois os erros posteriores não tira-lhe o mérito de marco histórico da luta de classes proletária contra as mazelas do capital. Além disso, comprova a tese de Marx afirmada no Manifesto Comunista de que a união da classe trabalhadora em torno de um projeto de revolução comunista é o elemento essencial e único caminho viável à superação da forma burguesa de produção. Assim, convidamos alunos, pesquisadores e comunidade em geral para participar desta justa e singela homenagem ao evento histórico que marcou a primeira grande vitória da classe despossuída de alcance universal contra a opressão capitalista. Coordenadores Prof. Dr. Anderson Prado - IFPR-Irati (pradohistoria@yahoo.com.br) Prof. Dr. Jair Antunes - PPGH-Unicentro (jair1903@gmail.com)
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Baixe o arquivo modeloST 05 LÍNGUAS: POLÍTICAS, CRENÇAS, PRÁT
O objetivo deste simpósio é reunir trabalhos que discutam o ensino e aprendizagem de línguas maternas, estrangeiras e de herança, em suas várias facetas: identidades, crenças e atitudes linguísticas. Também, busca discutir trabalhos na área de políticas linguísticas, políticas públicas para o ensino de línguas e práticas pedagógicas em contextos considerados multilinguísticos. Coordenadores Profa. Dra. Cibele Krause Lemke (DELET/I; PPGE; PPGL – UNICENTRO) Profa. Dra. Loremi Loregian-Penkal (DELET/I; PPGL – UNICENTRO)
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Baixe o arquivo modeloProposta de Simpósio Temático
Propostas de Simpósio Temático - regras para a proposta de ST
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Baixe o arquivo modeloST 08 – POVOS TRADICIONAIS: HISTÓRIA E C
A proposta deste Simpósio Temático consiste em congregar os estudos de pesquisadores envolvidos com as seguintes abordagens: conhecimento tradicional, territórios tradicionais, direito das populações tradicionais, relação com o meio ambiente, condições de especificidade e reprodução cultural, social e religiosa, políticas públicas para os povos tradicionais, exercício de práticas comunitárias e ancestrais, memória cultural, identidade racial e étnica relacionadas aos indígenas, quilombolas, agroextrativistas, seringueiros, quebradeiras de coco babaçu, caboclos, pescadores artesanais, caiçaras, geraizeiros, vazanteiros, pantaneiros, campeiros, comunidades de terreiro, fundos de pasto, faxinalenses, ribeirinhos e demais grupos culturalmente diferenciados e que se reconheçam como tal.
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Baixe o arquivo modeloST 03 - O MUNDO CONTEMPORÂNEO E A RELEVÂ
Com a queda do muro de Berlim em 1989, um dos símbolos da bipolarização do mundo que marcou parte expressiva do século XX e o colapso do socialismo soviético nos primeiros anos da década seguinte, a obra dos pensadores alemães Karl Marx e Friedrich Engels, assim como a de seus continuadores, foi apressadamente declarada ineficaz para a compreensão de um mundo pós-industrial e pós-ideológico. Ainda que o interesse na obra de Marx tenha conseguido se manter no período posterior, não só junto a partidos e movimentos sociais, mas também em meios intelectuais e acadêmicos, é inegável que o sofreu uma diminuição relativa. Entretanto, o advento da crise econômica mundial de 2008 teve como um de seus desdobramentos, para além de suas consequências catastróficas mais imediatas, a retomada do interesse do público mais amplo na teoria social elaborada por Marx. O sistema mundial do capital expunha, mais uma vez, seus limites objetivos, afetando diretamente a vida de bilhões, desvelando, também, os limites dos ideólogos do status quo, aqueles mesmos que tão apressadamente haviam condenado o marxismo à irrelevância. Dada a insuficiência da intelligentsia burguesa para compreender os nexos fundamentais que constituem a sociabilidade contemporânea, o interesse no marxismo retoma com força considerável. É nesse contexto, de retomada da inestimável contribuição teórica proposta por Marx e seus continuadores, que o debate coletivo sobre os limites da ordem do capital se coloca não só como necessário, mas como tarefa urgente, dado o risco cada vez mais concretos de que a catástrofe humana que vem se construindo a partir da busca incessante por acumulação de capital se converta em uma catástrofe de dimensão planetária, cujas consequências poderiam, até mesmo, implicar na interdição à continuidade da vida em nosso planeta. Nesse sentido, no ano que marca 150 anos da publicação do Livro 1 da opera magna de Marx e dez décadas da Revolução Russa, acreditamos que o resgate da tradição teórica marx-engelsiana se faz mais necessário que nunca e convidamos eventuais interessados(as) em adensar coletivamente o debate que perpassa uma multiplicidade e riqueza de temas, problemas e áreas do conhecimento, não restritos ao tempo presente, mas também abertos à necessária retomada de temas e questões pertinentes para a compreensão do desenvolvimento do processo histórico, assim como da acumulação teórica que perpassa o campo do marxismo ao longo do tempo. Coordenadores Prof. Dr. Rafael Massuia (Dehis/I – Unicentro) Prof. Dr. Daniel Vieira da Silva (Deped/I – Unicentro)
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Baixe o arquivo modeloST 09 – IDENTIDADE CULTURAL NA CONDIÇÃO
Descrição: Na condição pós-moderna, as representações que tomavam os indivíduos com identidades centradas e unificadas, movidos pelos ideais da racionalidade, da ciência, das utopias políticas e pelos padrões universais de valores éticos e morais impostos pela cultura entraram em crise. O surgimento de novos processos de produção e acumulação provocou a inauguração de um novo tipo de sociedade baseada no consumo, na disseminação das mídias, na informação e no conhecimento, afetando profundamente as relações entre indivíduos e instituições sociais. A imagem veiculada na sociedade pós-moderna promove uma padronização da “experiência comum do sensível” (Cf. Rancière). Por isso, na interpretação de Rancière, tal imagem midiática promove uma despolitização da imagem. Telenovelas, heróis do esporte (e de outros campos) e o marketing formam um sistema. A imagem do produto (mercadoria) sofre o processo de transmissão ao absorver o valor (da beleza, da performance). O consumidor além dos dois valores tradicionais (de uso e de troca) de forma inconsciente, também consome o valor de imagem. A mídia ao alçar um indivíduo ao status de ídolo cria o valor (de imagem). O marketing faz a incorporação (transmissão) desse valor à imagem do produto a ser consumido.
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Baixe o arquivo modeloST 10 - HISTÓRIA PÚBLICA
A História Pública é um campo ainda novo no Brasil, embora muito do que já é produzido pode ser considerado História Pública. A História Pública, com a emergência das mídias, tem difundido a história para audiências não acadêmicas atendendo assim a uma crescente demanda social por história. Abrange, portanto, uma gama de atividades realizadas por profissionais, tanto os do meio acadêmico, quanto os que atuam fora dos contextos acadêmicos mais especializados. A História Pública como uma área de estudo e ação pode ser pensada em diferentes instâncias que se intercruzam, em uma história feita para o público, com a ampliação das audiências; uma história feita com o público, de forma colaborativa em que a ideia de autoridade é compartilhada; e uma história feita pelo público, que incorpora as formas não institucionais de história e memória. A principal particularidade da História Pública está nos usos do conhecimento, assim como na ampliação do seu espaço de atuação e do seu público. Com ampla gama de práticas e configurações, a História Pública é marcada pela flexibilidade dos seus limites. Nesse ínterim, esse Simpósio está aberto para o recebimento de trabalhos que estabeleçam o diálogo entre os diferentes saberes, nos mais diversos espaços ─ local, regional, nacional ou mesmo global ─, tempos ─ do mundo antigo ao mundo contemporâneo ─, perspectivas ─ das trajetórias individuais a contextos sociais mais amplos ─ e objetos históricos. Portanto, podem ser submetidos trabalhos de diferentes temáticas, como: ensino de História, trajetórias intelectuais, papel do historiador; formação de professores, mídias (filmes, jornais, jogos eletrônicos, revistas, novelas, documentários, quadrinhos, etc.), oralidade e memória, patrimônio, políticas públicas, entre outros temas possíveis. Coordenadores: Fábio André Hahn – Universidade Estadual do Centro-Oeste/Universidade Estadual do Paraná Jorge Pagliarini Junior - Universidade Estadual do Paraná
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Baixe o arquivo modeloST 02 GÊNERO E HISTÓRIA: PESQUISAS, DES
Nas últimas décadas a área dos estudos feministas tem se expandido consideravelmente seu escopo de atuação questionando a produção do conhecimento a partir da figura masculina, homogeneizante e, problematizando todas as formas universalizantes de interpretação do mundo. Da História das mulheres, para o emprego da categoria gênero e a emergência dos estudos queer, o que se percebe é a produção de várias pesquisas nas ciências humanas, em geral, e em História em especial sobre as várias experiências no passado em torno dos papéis de gênero. Os estudos de gênero abrigam produções que tratam temas amplos como as representações de gênero, a sexualidade, os padrões normativos, a generificação dos discursos, a feminilidade, a masculinidade, as vivências construídas fora da matriz heterossexual entre outras temáticas. Neste sentido, as pesquisas históricas que adotam a perspectiva de gênero têm colaborado para a própria redefinição do campo historiográfico. Portanto, o presente simpósio propõe a discussão das produções recentes no campo da História que empreguem a ótica das relações de gênero em sua analise. Coordenadores Dr. Ismael Gonçalves Alves Universidade do Extremo Sul Catarinense iga@unesc.net Dra. Nadia Maria Guariza Universidade Estadual do Centro Oeste nadiamguariza@gmail.com
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Baixe o arquivo modeloProposta de Comunicação Livre
Atividades de comunição oral de pesquisa de Iniciação Científica e/ou Trabalhos de Conclusão de Curso realizados por alunos da graduação; contará com a participaçnao dos alunos da pós-graduação, professores da educação básica e comunidade em geral. Observe o modelo de arquivo para apresentação de comunicação livre - Resumo Expandido
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Baixe o arquivo modeloST 06 HISTÓRIA DA VIOLÊNCIA E PROCESSOS
Regra geral os estudos sobre a violência e sua história concluem que a violência física é eminentemente praticada por homens, muitas vezes (des)estimulados pela sociedade, religião e Estado. As mulheres “se matam ou se ferem pouco entre elas, e são mais atacadas com uma relativa moderação pelos homens que evitam, muitas vezes, concentrar-se em seu rosto, seu ventre e seus órgãos reprodutores.”As mulheres foram constantemente desencorajadas a portarem armas e a demonstrar, culturalmente, fique-se claro, uma suavidade e fragilidade específicas. Assim, “a cultura da violência é fundamentalmente masculina em nosso universo.” Muchembled, dialogando com Foucault e Elias, defende que a civilização e a disciplinarização da sociedade européia contribuiu para um declínio paulatino dos crimes de sangue. Da mesma forma, foram deixando de ser cada vez mais públicos para se tornarem domésticos, na medida em que o Estado reivindicava para si a legitimidade do exercício da violência. Da mesma forma ela também deixava cada vez mais de ser pública e sanguinária, para tornar-se reclusa no interior das instituições e simbólicas através do judiciário e do carcerário. Em complemento, defende-se que o declínio da brutalidade masculina, com uma gestão estatal e institucional da mesma, desenha uma curva descendente até o último terço do século XX, quando, finda a maior parte das guerras internacionais, ela volta a desenhar traços de ascensão na Europa. Diante dessas questões gerais, podemos nos perguntar: quais as particularidades das práticas de violência em diferentes espacialidades e contextos? Em que medida as municipalidades e o judiciário das comarcas agiram no sentido de centralizar e racionalizar ações violentas? Que estratégias e táticas os usuários praticam de forma a escapar do processo civilizador? São perguntas que a pesquisa com processos criminais nos instigam a fazer e caminhar na direção de compreendermos historicamente a violência. Coordenadores Professor Dr. Hélio Sochodolak (PPGH/DEHIS/UNICENTRO Irati/PR) Professor Dr. Ilton Cesar Martins (UNESPAR União da Vitória/PR)
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Baixe o arquivo modeloST 07 - HISTÓRIA E ATUALIDADE DO PENSAME
O pensamento social brasileiro é um campo consolidado e em crescimento acadêmico, contando com grupos de pesquisa e disciplinas na graduação e na pós-graduação. Existe uma constante renovação da área, relendo e desconstruindo as interpretações de Brasil anteriores. Para o presente simpósio serão aceitas propostas de discussões sobre: a) a área de pesquisa do pensamento social brasileiro na atualidade; b) a história do pensamento social brasileiro; c) as relações entre o pensamento social brasileiro e áreas como história das ciências e história dos intelectuais; d) as relações com as ciências sociais; e) os objetos e a relação teórico-metodológica; f) as intersecções com as identidades, como gênero e raça/etnia; g) pensamento social brasileiro e subalternidade; h) abordagens a partir de outras disciplinas e áreas de pesquisa ou criação como a literatura e o cinema, ou os estudos literários (como na abordagem do gênero ensaio); i) as intersecções com outros contextos, como a América Latina, e em outros paradigmas, como o pós-colonialismo, o decolonial e as “epistemologias do Sul”; j) o ensino como disciplina na graduação e pós-graduação; k) o cânone da área (linhagens, escolas) e suas limitações; l) a recepção crítica; m) pensamento social brasileiro e literatura mundial; n) brasilianistas e pensamento social brasileiro; o) as perspectivas de pesquisa na área. Rosemeri Moreira Coordenadora